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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

                                           Jyrki Jarvi Lehto test Ligier JS39B 1994

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Sebastien Bourdais na Arrows em 2002

Em 2002 a Arrows pensou em dar um salto de qualidade, lançou o modelo acima projetado pelo inglês Mike Coughlan o mesmo do escândalo da espionagem na Ferrari ano passado!E além disso testou vários novatos afim de arranjar um piloto de testes com dinheiro para ajudar a equipe na sua nova empreitada e Sebastien Bourdais foi um desses pilotos.Na foto acima testando em Silverstone.A Arrows, utilizava os serviços do holandês Jos Verstappen mas decidiu romper o contrato antes do tempo em favor de um piloto mais experiente no caso, o alemão Heinz Harald Frentzen que teve como companheiro o brasileiro Enrique Bernoldi.
Além disso tudo a equipe alugou os motores Cosworth que eram muito confiáveis mas ao mesmo tempo caros para uma equipe bagunçada como a Arrows esse motivo em especial( o não pagamento de algumas parcelas do aluguel do motor) além de um processo na justiça trabalhista por parte de Verstappen pela quebra de seu contrato fizeram os planos de Tom Walkinshaw irem por água abaixo pois a equipe correu em apenas 11 gps e marcou somente 2 pontos com Frentzen e foi decretada a sua falência antes do fim da temporada.
Por fim esse chassi foi novamente utilizado pela equipe japonesa Super Aguri no seu ano de estréia em 2006 mas teve que adaptar o chassi com 4 anos de uso para as novas regras da F1.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Marco Greco testando a Fondmetal 1991

Em 1991, menos de dez dias antes do GP do Brasil. Na terça-feira anterior à corrida, Greco deu uma entrevista coletiva em São Paulo para anunciar que disputaria mais uma temporada do Campeonato Inglês de Fórmula 3000 pela equipe Mansell Madgwick Motorsport (como o próprio nome indica, Nigel Mansell era um dos sócios) e que havia assinado um contrato de piloto de testes com a malograda equipe Fondmetal (ex-Osella) de Fórmula 1. No começo, pouca gente acreditou. As dúvidas só deixaram de existir quando o comunicado oficial em papel timbrado da Fondmetal surgiu nos escaninhos da sala de imprensa de Interlagos.
Como toda equipe pequena, a Fondmetal praticamente não fazia testes. Naquele ano de 1991, era uma das duas únicas escuderias que competiam com apenas um carro, para Olivier Grouillard a outra era a medíocre Coloni. Greco só testou o Fondmetal pela primeira vez em meados de agosto, quando as equipes compareceram a Monza para treinamentos coletivos visando os GPs da Bélgica e Itália. O jornalista Mair Pena Neto, que cobria F1 para a Agência Estado (que fornecia material para o “Estadão” e o “JT”), testemunhou: o brasileiro deu algumas voltas lentas para se acostumar às reações do carro e, na primeira tentativa de marcar tempo, sofreu um acidente.

Em sua edição de 29 de agosto de 1991, a revista italiana Rombo publicou quatro páginas de cobertura sobre os testes de Monza. A foto acima (clique nela para ampliar) foi acompanhada pela legenda “Marco Greco, tester occasionale della Fondmetal”. O texto, curto, foi totalmente dedicado às agruras da Ferrari. A tabela de tempos tem 27 pilotos que participaram dos três dias de testes. O nome de Greco não aparece.
Nos anos seguintes, Greco se dedicou às categorias o famoso albergue de categorias americans competindo nos campeonatos da CART e, a partir de 1996, da IRL. Sua melhor temporada foi a de 1997, quando chegou a obter alguns resultados expressivos. Em 1999, retirou-se das competições. Nunca mais se ouviu falar dele.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Hannu Mikkola testando a Arrows

Hannu Mikkola piloto finlandês de rally foi campeão mundial desta categoria em 1983 pela Audi, e nunca havia pensado na possibilidade de testar um F1 mas como a Valvoline que fornecia óleo e combustível para sua equipe no mundial de rally e também a equipe Arrows na F1 resolveu dar a Mikkola como prêmio um teste na F1.Esse teste foi realizado no circuito de Donington Park com um modelo Arrows A7 de motor BMW turbo.Depois desse teste Mikkola nunca mais sentou num F1, anos mais tarde alguns pilotos de rally também testaram na categoria máxima do automobilismo como Sebastien Loeb, Danny Sordo, Timo Makkinen e Colin Mcrae.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008


O ano era 80, a pista? a americana Riverside. Mears, que já era um "fenomeno" nos Estados Unidos testava pela primeira e única vez um F1, dizem as mas línguas que Mears botou 2 segundos! em Piquet. O teste foi num fim de semana que antecedia o GP de Long Beach dos EUA, com isso, "tio" Bernie queria a participação de Mears na corrida, mas por causa de tempo o fato não se desenvolveu. Mears que já era campeão na F-Indy, ficou por lá mesmo e conquistou mais 2 títulos (81 e 82) na categoria e se consagrou como um dos maiores pilotos dos EUA.
O teste também tinha uma questão em 1980, o "Tio Bernie" desesperava para ter um segundo piloto capaz, depois de ver que o Ricardo Zunino era um desastre. Como ele estava obsecado com tudo que era americano, achava que ter um piloto desses na sua equipe era meio caminho andado para ter sucesso. Ele de fato era bom, mas parece que ele queria que Mears arranjasse patrocinadores, algo que o americano abriu a boa de espanto (nos EUA era o contrário) e o interesse de Bernie acabou então chegou o mexicano Hector Rebaque com muitos dólares e o patrocínio da Pemex a empresa de petróleo do México ao qual Rebaque era filho de um dos acionistas.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008



Ralf Schumacher testou pela primeira vez na F1 no dia 8 de Agosto de 1996 no circuito de Silverstone.O teste foi um convite feito pela Mercedes, fornecedora de motor da Mclaren.
Ralf já corria pela marca bávara no campeonato mundial de resistência daí, o convite feito pela marca.E Ralf nos tempos virou bem ficou com o terceiro melhor tempo atrás apenas da Williams de Damon Hill e da outra Mclaren de Mika Hakkinen.No ano seguinte o caçula dos Schumacher entraria na F1 pela equipe irlandesa Jordan e somente sairia da F1 no fim do ano de 2007 quando pilotava pela Toyota.

terça-feira, 9 de setembro de 2008


Em Dezembro de 1994, a Formula 1 estava em testes de final da temporada, e o circuito português era um dos locais preferidos das equipes para testarem no Inverno, para fugirem aos rigores do Norte da Europa. Por estas alturas, a Benetton tinha já assegurado o fornecimento dos motores Renault V10, que então pertenciam à Ligier (e foi um dos motivos pelo qual Flavio Briatore tinha adquirido a equipe, deixando-o nas mãos de Tom Walkinshaw).
Como só no final do ano é que a mudança seria formalmente feita, Briatore chamou Michael Schumacher, o novo campeão do Mundo, para que desse umas voltas ao volante de um Ligier modelo JS39B, pilotado nesse ano por Olivier Panis e Eric Bernard, entre outros. O alemão tirou tempos aceitáveis (não deu para bater os Williams e o Jordan de Rubens Barrichello) e foi mais rápido em cerca de um décimo de segundo do que o melhor tempo de Olivier Panis nesse dia.
Depois do teste, Schumacher trocou impressões com o seu então engenheiro, Ross Brawn, falando da maneira como se adaptou ao carro e ao motor Renault. No ano seguinte, já com esses motores, partiu para o seu segundo título mundial.
Quanto à Ligier, ficou com motores Mugen-Honda, e um modelo JS41, autêntica cópia do Benetton B194, pilotados por Martin Brundle e Aguri Suzuki (em 5 provas), e Olivier Panis, onde conseguiram dois pódios e 24 pontos no campeonato.